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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Experiências e reflexões sobre Game of Thrones


Obs.: Leia sem medo; não solto nenhum spoiler.

A primeira imagem era um enorme portão de madeira aberto no meio de uma muralha de gelo que se estendia até se perder de vista no horizonte; dele, três cavaleiros cobertos de peles negras cavalgavam seus garranos. Isso foi há mais de um ano, quando numa tarde de domingo despreocupada eu comecei assistir à primeira temporada de Game of Thrones. Não foi preciso muitos dias para que eu já estivesse de quatro pelos personagens da série.

Depois de assistir aos dez primeiros episódios da série de TV, foi um passo muito curto para que eu comprasse os livros e me mudasse para Westeros, com uma espada de um lado e um saco de dragões de ouro do outro. Depois de vários meses, enfim, eu terminei a leitura dos cinco livros publicados e das três temporadas produzidas pela HBO.

Foi um convívio intenso com os livros: nas rodoviárias, nos ônibus, jogado em algum canto da minha casa, eu sempre estava com um daqueles calhamaços de 800 páginas na mão. As crônicas de Gelo e Fogo tornaram-se o meu vício, a minha mania constante. Quando eu não estava lendo um dos livros, eu estava em algum blog ou site sobre a série: mas, como diria Melisandre, a noite é escura e cheia de terrores spoilers, então encontrar algumas revelações bombásticas era inevitável para minha mente curiosa.


No início, eu achava que era uma injustiça dizer que As crônicas de Gelo e Fogo era melhor que Harry Potter ou que era uma heresia dizer que era melhor que O Senhor dos Anéis, mas hoje eu dou minha cara à tapa e enfrento quem quiser me desafiar num duelo singular (Quem é você para falar de Gayme ofi Tônis?). É como eu ouvi certa vez: essa rivalidade entre os fãs é saudável; é como se fosse o fanatismo dos torcedores de times de futebol transferido para o mundo nerd. Mas, por favor, prepare os argumentos antes de passar vergonha!

Eu passei o final da minha adolescência lendo fantasias infanto-juvenis que envolviam bruxos, vampiros e semideuses, mas agora aquilo já não me satisfaz. Agora eu passo horas e horas (pelas minhas contas foram mais ou menos 222h nove dias e meio para ler a série) para passar mais um tempinho com meus personagens favoritos.


E eu tenho certeza que quando eu ler outros livros a partir de agora vou sentir falta dos sonhos infantis e da ingenuidade da Sansa Stark, do caso incestuoso entre Jaime e Cersei Lannister, dos dragões e das “relações diplomáticas” encaradas pela Daenerys Targaryen, do sangue quente dos habitantes de Dorne, dos Caminhantes Brancos que habitam as terras Para Lá da Muralha, do amor incandescente que o Loras Tyrell sentia pelo rei Renly Baratheon, do temperamento psicopata do Ramsay Snow

E ainda têm os planos gigantescos do Petyr Baelish, que meu cérebro tão inexperiente não consegue descobrir o alcance verdadeiro; as maquinações da Senhora Coração de Pedra que muito me intrigam; a perspicácia e o poder de persuasão do Tyrion Lannister; e do treinamento pelo qual a Arya Stark está submetida do outro lado do Mar Estreito. 

Sem falar dos juramentos honrados, das visões que aparecem nas chamas, dos navios, dos lobos gigantes, dos bastardos, dos saques, dos estupros, dos Sete Deuses, dos Deuses Antigos, de R’hllor, dos wargs, do Rei Menino, das descrições de refeições que duram páginas e páginas e do inverno que está chegando.


E algumas pessoas, quando me veem com um dos livros ou quando descobrem que eu tenho todas as temporadas da série no meu computador, me perguntam:

É sobre o que essa série?

É uma fantasia medieval eu me limito a dizer para não tomar as próximas três horas do dia da pessoa.

Mas qual é a história principal? Quem é o personagem central? algumas ainda insistem.

Bem, se você quer começar Game of Thrones esqueça essa de história principal: uma rainha, um bastardo, o comandante de um navio, um menino paraplégico, uma menina cega ou um fantasma podem se tornar os protagonistas em algum momento: é a partir de seus pontos de vista que veremos a história. E qualquer um deles pode morrer na próxima página com um punhal, uma espada ou um arakh dothraki que os cortará do ombro até a virilha. Valar morghulis! Mas um certo deus vermelho é solícito se a prece for feita com muita fé...


Eu trouxe Game of Thrones para a minha vida e descobri que nosso dia-a-dia é um grande jogo, uma grande dança: só sobrevivem os que conseguem dançar conforme a música, os que conseguem compreender significados ocultos nas palavras do oponente, os que conseguem sorrir e chorar conforme a ocasião pedir. Jogar esse jogo com pessoas reais é mais excitante que uma partida de cyvasse.

Game of Thrones tanto me proporcionou momento de excitação, como os capítulos finais de Cersei, Arianne e Sansa em O Festim dos Corvos, quanto momentos de desolação, de luto, como o Casamento Vermelho, em A Tormenta de Espadas (a versão da TV me deixou com taquicardia, em estado de choque) e o antipenúltimo capítulo de A Dança dos Dragões, que me deixou com as mãos tão trêmulas que quase não me deixavam segurar o livro de 864 páginas!

Se formos muito otimistas, podemos esperar o próximo volume da série, Os Ventos de Inverno, chegando às livrarias em 2015 (eu espero que sim, George Martin!), mas, enquanto isso, vou ir sonhando com os personagens e inventando teorias das mais absurdas para satisfazer o meu vício.

domingo, 19 de maio de 2013

E outro semestre


Eu já nem lembro pronde mesmo que vou
Mas vou até o fim

Começa mais um semestre letivo. Depois de quatro deles, eu já deveria ter me acostumado, mas não; continuo ficando com um frio na barriga pensando tudo que me espera nos próximos meses. É um período de muitos momentos felizes, não nego, mas, às vezes, conquistados com muito estresse, cansaço e infinitas noites mal dormidas.

É quando eu vou acordar cedo todas as manhãs e, antes que eu me acostume com a luz do sol, a temperatura ou o gosto ruim do café, eu já estarei na rua com minha inseparável mochila.

Esse início de semestre serve para novas promessas: prometer a si mesmo que dessa vez você vai fazer diferente. Mas eu sempre ficarei frustrado por não dar conta de todas as leituras, por pensar em desistir de alguma das cinco disciplinas, por não conseguir acompanhar nenhum programa de televisão, por não conseguir ir ao cinema semanalmente, por não ter tempo de comer algo melhor que um miojo.

Eu vou ficar com raiva de mim mesmo por ter passado tempo demais na internet ou por eu não ter conseguido ler nenhum romance policial, fantasia medieval ou qualquer outro clássico da literatura.

Eu vou pular algumas refeições, vou dormir pra esquecer meu nome, vou passar horas a fio na frente de um computador tentando escrever um texto pro blog e, sim, vou me esquecer de pelo menos dois banhos na semana.

Vou enfiar uma coxinha goela abaixo, vou esquecer-me das minhas redes sociais por muito tempo, vou enfrentar ônibus e chuvas e filas e louças na pia. E vou andar com a mochila cheia de livros... que eu nunca vou ler.

Bem, eu não sei bem onde tudo isso vai dar, mas, surpreendentemente, eu amo tudo isso!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Com estilo


Um arranco fez com que seu corpo rolasse para fora do catre onde dormia no porão do navio. Uma garrafa verde onde na noite anterior um vinho insosso dançava de um lado para o outro estava vazia. O homem soluçava e sua cabeça latejava.

Um tripulante veio correndo escada abaixo. Sua barba já chegava ao peito depois de mais de dois meses fora de casa, sua pele já estava queimada de sol e da água salgada que lhe batia no ombro diariamente. Estava descalço e vestia apenas uma calça de pano cru.

— Seu Cristóvão, seu Cristóvão!

— Mas que merda é essa? — o homem jogado no chão perguntou. — Trombamos com algum iceberg?

Iceberg? Senhor, não existem icebergs por aqui. O senhor está bem, Seu Cristóvão?

— Que estranho! Deve que foi um sonho. Era um navio que trombava num iceberg e toda a tripulação morria. A única sobrevivente era uma moça linda, de cabelos ruivos com um lindo rubi pendurado no pescoço.

— Que história besta!

— Sim, uma história besta. Por um momento pensei em escrevê-la no meu diário, mas... tenho mais o que fazer.

Silêncio.

— Enfim, o que veio fazer aqui se não foi pelo iceberg?

— Foi uma ilha!

— Ilha? Que ilha? Estamos voltando para a Espanha? Eu disse “sempre Oeste, sempre Oeste”!

— Sim, e seguimos sempre para o Oeste, seu Cristóvão. E chegamos a uma ilha!

— Meu Nosso Senhor Jesus Cristo! Sai da minha frente, seu patife!

Cristóvão Colombo subiu ao convés e os homens já estavam descendo pelo casco do navio; outros desciam pelas cordas. As três naus que tinham partido da Espanha em agosto, Niña, Pinta e Santa Maria, estavam enfileiradas e os homens gritavam aleluia!

— O que esses homens estão fazendo? — Colombo perguntou para homem forte que cuidava das velas do Santa Maria.

— Estão descendo para terra firme!

— Eu entendi, mas... que lugar é esse?

— Quem se importa? Depois de tanto tempo fora de casa, eu só espero que aqui tenha vinho, ouro, pão com molho de peixe e uma rameira. Não precisa nem ser nessa ordem! — E virou as costas para procurar suas recompensas.

— Espere! Espere! Paaaaaaaarem!

E o silêncio se fez entre a tripulação. Só ouviam-se as ondas quebrando no casco do navio e o vento que vibrava as velas.

— O que vocês estão fazendo?

— Estamos indo pra terra firme, seu Cristóvão!

— Eu não sou cego, seus idiotas! Eu só quero saber porque vocês estão fazendo isso sem mim. Por que ninguém foi lá no porão me acordar? Onde está o imbecil que eu pedi para ficar lá no mastro e gritar terra à vista quando enxergasse alguma coisa?

Rodrigo apareceu devagarzinho com os olhos arregalados, com o corpo tremendo como uma ponte velha.

— Sou eu — sua voz saiu em falsete.

— Eu não pedi pra você gritar, gritar, terra à vista quando visse alguma coisa?

— E eu gritei, seu Cristóvão!

— E por que eu não ouvi?

— E eu que tenho que saber?

— Ô, seu Cristóvão, não é por nada, não — disse um homem moreno com uma trança na cabeça —, mas o senhor estava bêbado lá no porão.

— Vocês agora tem algum poder pra me julgar?

— A gente não tem culpa!

— Fui eu que trouxe vocês pra cá, seus inúteis! Como pode existir uma coisa dessas? Como eu posso descobrir alguma merda se eu estava dormindo no porão esperando que um paspalho gritasse terra à vista? É pedir muito?

— Bem, mas, de qualquer forma, a ilha já foi descoberta. O Pinzón tá lá gritando que descobriu uma terra virgem!

— Descobriu merda!

— O Pinzón é o dono dos navios, seu Cristóvão!

— Mas fui eu que inventei toda essa birosca de viajar para o Oeste e encontrar uma passagem para as Índias. Eu passei o que passei, falei com um monte de gente que me chamou de louco e de mentiroso, e um paspalho, dono de três míseros barquinhos, diz que foi ele quem descobriu “terras virgens”. Virgem é a...

— Mas o senhor tava dormindo, seu Cristóvão!

— Então, mata o Pinzón e vamos fazer a cena de novo.

— Fazer de novo? Que cena? Matar o Pinzón? O irmão dele tá ali na outra embarcação!

—Vamos voltar umas milhas pra trás, eu vou colocar uma beca que eu preparei pra essa ocasião e vamos descobrir as “terras virgens” de novo! Pega os trompetes e os tambores e vamos fazer a cena do descobrimento mais uma vez. Mas agora com estilo!

— Descobrir de novo, seu Cristóvão? Não tem como descobrir uma coisa duas vezes!

— Tem sim! Virem os navios e avancem até um ponto onde as terras não podem ser avistadas! Enquanto isso, eu vou me vestindo e vou escrever um documento que prova que eu sou o descobridor desse parangolé. Todo mundo vai assinar pra eu mostrar pro Rei da Espanha que fui eu, Cristóvão Colombo, quem descobriu as Índias.

— Mas eu nem sei escrever!

— Faz um risco que já tá ótimo! Rodrigo, vai lá no meu baú e pegue aquela túnica vermelha com fios de ouro.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Conto de fadas (sem fadas)



O príncipe, contrariando todos os princípios da família real conservadora, casou-se com a plebéia depois de salvá-la das perversidades de uma madrasta viúva. O casamento foi numa tarde fresca, com os convidados cercados por flores do campo amarelas e animaizinhos cantantes; durante a cerimônia, o casal se beijava com os olhares e bem distante os sinos tocavam com gozo e satisfação. E foram felizes para...

— Tu és virgem?

— Príncipe, o que tu esperavas de mim?

— Bem, eu... penso que, no fundo, eu esperava que tu fosses virgem, mas... ainda mais fundo, eu esperava que tu não fosses!

— Como assim? Tu serias capaz de casar-te com uma mulher desvirtuada? Com uma mulher furada? Nosso casamento estaria amaldiçoado antes mesmo de começar.

— O que eu quis dizer é que, de certa forma, eu já sabia que tu eras virgem, mas eu não estava preparado para isso. Eu... não me preparei para lidar com essa situação.

— Príncipe, tu fazes um mal julgamento de minha pessoa. É claro que eu me guardei para o dia da minha noite de núpcias. Apenas.

— Apenas? O que tu quiseste dizer com “apenas”? Quer dizer que... que... apenas na noite de núpcias?

— Bem, na verdade só podemos ir para a cama juntos para aumentar nossa prole, senão seremos excomungados! O demônio nos tenta, mas temos que ser fortes o bastante para resistir.

— Quê? Aumentar nossa prole...?

— Mas é claro!

— Então, bem... Eu não sei muito bem qual a próxima parte da noite de núpcias, mas... eu acho que agora é a hora de tu se despir.

— Eu? Mas é claro que não! Por mais que eu tenha sido criada por uma madrasta horrenda e mal-cheirosa, não quer dizer que eu não tenha pudores e princípios. A mulher nunca pode ficar desnuda na frente do marido.

— Como assim? Mas como que...? Eu não estou entendendo. Eu achei que tu ficarias nua diante de mim, iluminada pela luz da lua, momento em que eu contemplaria a sua pele alva, o seu corpo curvilíneo...

— Com certeza tu tiraste isso de algum poema escrito para uma meretriz! Pare de ler poesia indecente e imprópria para um homem casado!

— Desculpe-me, minha querida esposa, mas isso é a minha falta de tato com virgens.

— Falta de tato com virgens? Quer dizer que tu tens “tato” com meretrizes, mulheres perdidas e de má-nota?

— Não foi isso que eu quis dizer. Eu... bem... Nós, homens, temos... necessidades!

— Nós, mulheres, também!

— Que disparate! Como ousa em comparar os homens com as mulheres? Vocês, mulheres, são encarnações do diabo!

— É claro que temos necessidades...

— ... necessidades demoníacas!

—... mas, em nome da decência e da minha paz eterna, nós, mulheres direitas, decidimos esperar até o dia de nossas núpcias para que nossos corpos sejam deflorados sob as leis dos céus. Não quero que exista nenhuma mácula na minha alma!

— Espere só um instante: eu não estou conseguindo desabotoar esse botão da minha calça. Urrgh! Aaaah! Consegui! Esses alfaiates complicam muito as coisas com esses seus botões de ouro e esses couros duros que cheiram a mofo. Mas... sobre o que tu estavas falando mesmo?

— Nada.

— Bem, já que não vais tirar a roupa...

— Espere! Eu não disse nada sobre beijos!

— Como assim? Sem beijos, sem poemas, sem contato corporal... Como é que tu queres que esse casamento seja consumado?

— Tudo bem. Confesso que estou sendo um pouco exagerada...

— ... um pouco?

— ... mas prometo dar-lhe um beijo caso você lave essa boca. Seus dentes estão todos podres!

— E, por acaso, o seu sorriso é mais lindo que o meu? Pelo menos eu fui criado num castelo, enquanto, pela aparência de teus dentes, parece-me que tu comias cascalho. Onde é que tu perdeste teu canino esquerdo?

— Foi num dia que... Ah, não lhe interessa! Se continuarmos nesses termos, esse casamento não será consumado nunca!

— Se apagarmos aquela vela, não veremos nada. Sem dentes podres, sem corpos nus...

— Mesmo sem luz, eu não tirarei o meu vestido.

— Mas eu estou ficando sufocado com tanto pano! Eu não estou encontrando suas pernas. Meu Deus, tu tens mais pelos na perna do que eu!

— E seu toque é tão delicado como um touro. As mulheres da vida com as quais tu estás acostumado a lidar não lhe ensinaram nada?

— Bem que meu pai me disse que é o marido quem controla a língua da mulher.

— Ei, tire tua mão daí!

— Aaaau! Isso é um cinto de castidade? 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Apostas Oscar 2013



E amanhã é o dia da festa mais aguardada do ano. Por mim, é claro! Vai chegando janeiro e eu já começo a ficar ansioso para acompanhar os indicados, as entrevistas, reportagens, tapete vermelho, vestidos, penteados... É muito glamour! E como todo brasileiro gosta de dar palpite até quando não é chamado, eu estou aqui para dar os meus pitacos para a 85ª edição do Oscar. AMO/SOU

Vamos, então, às considerações iniciais! Primeiro, eu não assisti a todos os filmes, principalmente porque não são todos que estiveram disponíveis na minha cidade. Segundo, não tratarei aqui dos documentários, porque a análise de um documentário vai além da minha capacidade; e eu também nunca tive acesso a nenhum antes da premiação.

Sobre a organização do texto: a minha aposta estará em negrito e, quando eu achar necessário fazer um comentário (sempre!), eu o farei! Então...



Categorias secundárias 
(que o povão tá pouco se lixando só porque não tem glamour e nem é transmitido pela Globo!)


Edição
(Acho que as cenas mais frequentemente elogiadas de Argo dizem respeito à sua edição. É o que é mais marcante nesse filme)
Argo
As aventuras de Pi
Lincoln
A hora mais escura
O lado bom da vida

Efeitos visuais
(Pelo menos uma estatueta pro Hobbit. É uma aposta de fã!)
O hobbit: Uma jornada inesperada
As aventuras de Pi
Os vingadores
Prometheus
Branca de Neve e o caçador

Figurino
(O figurino de Espelho, espelho meu é divino; Branca de Neve e o caçador também tem um bom figurino. Apenas. Mas tô preferindo Os miseráveis. Desculpa, gente, mas eu amei esse filme e tô apostando minhas fichas nele!)
Anna Karenina
Os miseráveis
Lincoln
Espelho, espelho meu
Branca de Neve e o caçador

Maquiagem e cabelo
Hitchcock
Os miseráveis
O hobbit: Uma jornada inesperada

Design de produção
(Não existe um conjunto da obra mais foda do que As aventuras de Pi. Visualmente falando, é um dos filmes mais lindos que eu já vi.)


Anna Karenina
O hobbit: Uma jornada inesperada
Os miseráveis
As aventuras de Pi
Lincoln

Fotografia
Anna Karenina
Django livre
As aventuras de Pi
Lincoln
007 – Operação Skyfall

Edição de som
(Ataques histéricos com A hora mais escura!)
Argo
Django livre
As aventuras de Pi
A hora mais escura
007 – Operação Skyfall

Mixagem de som
Argo
Os miseráveis
As aventuras de Pi
Lincoln
007 – Operação Skyfall

Canção original
(Ai, gente, eu gostei mais de Suddenly com a voz do Hugh Jackman, mas tô apostando na Adele porque ela já ganhou o Globo de Ouro)


"Before my time", de Chasing ice – J. Ralph (música e letra)
"Everybody needs a best friend", de Ted – Walter Murphy (música) e Seth MacFarlane (letra)
"Pi's lullaby", de As aventuras de Pi – Mychael Danna (música) e Bombay Jayashri (letra)
"Skyfall", de 007 - Operação Skyfall – Adele (música e letra)
"Suddenly", de Os miseráveis – Claude-Michel Schönberg (música), Herbert Kretzmer (letra) e Alain Boublil (letra)

Trilha sonora original
(John Williams é o melhor de todos! Ele já concorreu ao Oscar 47 vezes. Beijos, mundo!)
Dario Marianelli (Anna Karenina)
Alexandre Desplat (Argo)
Mychael Danna (As aventuras de Pi)
John Williams (Lincoln)
Thomas Newman (007 – Operação Skyfall)

Curta-metragem de animação
(Visualmente, prefiro Fresh guacamole; também fiquei tocado com Head over heels e The longest Daycare, mas vou ficar com Paperman pra ser óbvio.)
Adam and dog
Fresh guacamole
Head over heels
Maggie Simpson in 'The Longest Daycare'
Paperman


Categorias principais 
(As divas no tapete vermelho. Beijos sociedade. Recalque bate e volta!)



Filme estrangeiro
(Não vi nenhum. Tô votando nesse só pela quantidade de publicidade positiva sobre Amor)

Amor (Áustria)
No (Chile)
War witch (Canadá)
O amante da rainha (Dinamarca)
Kon-tiki (Noruega)

Animação
(É o melhor disparado! Essa talvez seja uma das minhas únicas certezas!)



Valente
Frankenweenie
ParaNorman
Piratas pirados!
Detona Ralph

Roteiro adaptado
(Roteiro muito bem construído! Maravilhoso. Lincoln é cansativo e As aventuras de Pi não me cativou tanto)
Chris Terrio (Argo)
Lucy Alibar e Benh Zeitlin (Indomável sonhadora)
David Magee (As aventuras de Pi)
Tony Kushner (Lincoln)
David O. Russell (O lado bom da vida)

Roteiro original
(A vingança histórica de Quentin Tarantino! Acho que o concorrente a altura é o Mark Boal. Mas... Tô votando assim!)
Michael Haneke (Amor)
Quentin Tarantino (Django livre)
John Gatins (Voo)
Wes Anderson e Roman Coppola (Moonrise kingdom)
Mark Boal (A hora mais escura)

Ator coadjuvante
(Ele é o melhor ator que eu já vi em cena. Ele vai repetir o prêmio de Bastardos Inglórios. O concorrente mais forte talvez seja Tommy Lee Jones que é o que há de melhor em Lincoln, além da trilha sonora, claro!)


Christoph Waltz (Django livre)
Philip Seymour-Hoffman (O mestre)
Robert De Niro (O lado bom da vida)
Tommy Lee Jones (Lincoln)
Alan Arkin (Argo)

Atriz coadjuvante
(Desculpa Sally Field, que estava maravilhosa em Lincoln, mas a noite será de Anne Hathaway)


Sally Field (Lincoln)
Anne Hathaway (Os miseráveis)
Jacki Weaver (O lado bom da vida)
Helen Hunt (The sessions)
Amy Adams (O mestre)

Ator
(Sem chances pra nenhum um dos outros. Se outro ganhar, ficarei surpreso)


Daniel Day-Lewis (Lincoln)
Denzel Washington (Voo)
Hugh Jackman (Os miseráveis)
Bradley Cooper (O lado bom da vida)
Joaquin Phoenix (O mestre)

Atriz
(O ano passado, um francês ganhou o de melhor ator. Será que eles repetem isso? Tô apostando em Emmanuelle Riva, mas ainda tem a Jessica Chastain que é uma forte candidata!)
Naomi Watts (O impossível)
Jessica Chastain (A hora mais escura)
Jennifer Lawrence (O lado bom da vida)
Emmanuelle Riva (Amor)
Quvenzhané Wallis (Indomável sonhadora)

Diretor
(KD KATHRYN BIGELOW? KD BEN AFFLECK? Tô indignado! Esse ano a dobradinha Diretor e Filme não se sucederá. Voto no Spielberg sem querer muito!)
Michael Haneke (Amor)
Benh Zeitlin (Indomável sonhadora)
Ang Lee (As aventuras de Pi)
Steven Spielberg (Lincoln)
David O. Russell (O lado bom da vida)

Filme
(Argo já levou o Globo de Ouro. Além disso, eu também achei o melhor filme de todos. O conjunto da obra do Ben Affleck é mais atraente.)


Indomável sonhadora
O lado bom da vida
A hora mais escura
Lincoln
Os Miseráveis
As aventuras de Pi
Amor
Django livre
Argo

Amanhã, acompanharemos a festa com a voz gutural do Coronel Jesuíno José Wilker.