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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Eu não concordo


Dessa vez, eu não aguentei ficar calado.

Pela internet, eu acompanho a repercussão da morte de um menino de 18 anos, homossexual assumido, brutalmente assassinado em Inhuma, cidade do interior de Goiás. Um recado com a mensagem “vamos acabar com essa praga” foi encontrado na boca do rapaz e a polícia diz ser um POSSÍVEL caso de homofobia (http://migre.me/lApM7). Ao mesmo tempo, pela televisão, eu acompanhei as notícias sobre o incêndio criminoso no Centro de Tradições Gaúchas em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, motivado pela realização de um casamento comunitário que incluiria um casal lésbico na celebração (http://migre.me/lApMK). Muita indignação e comoção nas redes sociais. E com razão!

A homofobia no Brasil não é crime e os gays ainda são acusados de sensacionalismo. Os crimes homofóbicos são tratados como crimes comuns, enquanto o número de morte dos LGBT só aumenta (Quem a homotransfobia matou hoje? - http://homofobiamata.wordpress.com/). As estatísticas nos saltam aos olhos, ao mesmo tempo em que somos colocados como uma MINORIA de rebeldes promíscuos lutando contra a família.

Os anos de opressão, os casos de violência, os assassinatos: tudo isso mete medo, faz a gente engolir seco. E esse medo, que nos relega aos guetos e aos becos escuros, nos faz ficar em silêncio e compactuar com um monte de argumentos homofóbicos, como o “eles podem fazer o que quiser, mas não na minha frente”. Esse é o objetivo desse texto.

Restringir a vivência da minha sexualidade às quatro paredes do meu quarto é como se eu desse razão ao indivíduo que diz “meus filhos não estão preparados pra ver isso”. Eu sei que não é fácil, não é simples — a família, os amigos podem colocar uma infinidade de obstáculos (cada um sabe das suas condições) —, mas é extremamente importante ter consciência do valor de sair do armário. Não para darmos satisfações da nossa vida sexual ao público, mas no sentido de dizer: eu não concordo com você!

Pode parecer implicância, mas algumas simples ações se tornam atos políticos. Dar um beijo em público, caminhar de mãos dadas pelo shopping, marcar relacionamento sério no Facebook com um rapaz é um gesto carinhoso, mas também uma resposta aos meus colegas de escola que me trataram por “boiola” e “bicha” como se eu tivesse alguma doença; é uma resposta a um homem que me jogou uma lata pela janela do carro me chamando de “veadinho”; é uma resposta a um rapaz que, no ano passado, ameaçou me agredir depois de me dizer que eu não merecia respeito por ser gay. É dizer que, por mais que eles se sintam incomodados com a minha presença, eu continuarei vivendo a minha vida.

Ser gay apenas dentro de quatro paredes (do quarto ou das boates escuras) é dizer que, sim, seus filhos não estão preparados pra lidar com isso, vou continuar escondido nas sombras, e levar uma vida dupla, sendo o heterossexual que todos querem que eu seja. Viver uma vida dupla (assim como o Cláudio, personagem do José Mayer na novela “Império”) me transformaria num sujeito fragmentado. Não ter medo de expor a minha sexualidade é um ato significativo para mostrar que nós também devemos ter os mesmos direitos dos casais heterossexuais. É ser capaz de me posicionar de maneira MADURA e CONSCIENTE e poder combater cada um desses pequenos atos de homofobia (às vezes, em formato de piadas “inocentes”). É mostrar que não somos uma minoria qualquer que luta por privilégios, mas por cidadania.


Acho que esses pequenos atos de resistência, esses atos de “eu não concordo!”, são apenas o início do combate. É NÃO TER MEDO e escancarar a violência diária que sofremos. Combate à impunidade em favor da proteção à minha cidadania. E a minha vida. E a vida dos meus amigos, do meu namorado, dos meus conhecidos e dos desconhecidos. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Aniversário do Atrás do Horizonte [4]

As Crônicas de Nárnia 
tem tanta relação com o blog quanto o 
símbolo dos Rolling Stones ali em cima.

Sim, sim, esse blog completa quatro anos nessa semana. Não me perguntem como eu consegui chegar até aqui, porque eu não sei. Talvez aquela frase ali em cima (Esse é o caminho. Ou não.), enfim, faça algum sentido pra mim. Sim, porque um milhão de coisas nesse blog estão onde estão por motivos completamente aleatórios: incluindo esse título que, pra mim, nunca fez sentido (começando pelo dia seguinte à criação do blog).

Eu lembro que, pouco tempo depois de fazer meu cadastro aqui no Blogger, eu conheci um blog chamado Championship Vinyl. Logo no cabeçalho do blog estava escrito "Ano 4": aquilo me intimidava, mas também me fez admirar ainda mais aquele blogueiro: o Rob Gordon, que se tornou um dos meus ídolos da internet (quatro anos depois o "Ano 4" continua lá, mas ele disse que precisa atualizar aquilo). Eu achava que depois de quatro anos de blog eu fosse ser tão bom quanto o Rob Gordon... Bem, já estou entrando no Ano 5 e ainda não cheguei muito perto dele, não. Mas é claro que, de 2009 pra cá, esse blog já mudou de cara 3485938475938 vezes, mas, de uns tempos pra cá, conseguiu se firmar como alguma coisa coerente e... Ai, que coisa chata! Vamo' falar de outra coisa?


Eu já me disse várias vezes que 2012 foi o fim do mundo: o fim do mundo que eu conhecia. Sério! Quem faz parte do meu círculo de convivência sabe que os acontecimentos do último ano deram um nó na minha vida de uma tal maneira! E é impressionante como, mesmo sem querer, eu consigui imprimir tudo isso nos textos do blog. Em agosto do ano passado, eu estava me dedicando às primeiras aulas na autoescola, trabalhava com um projeto de pesquisa sobre História e Cinema e morava com os meus tios. Hoje, eu já estou na minha quarta repetência em exame de direção, começando um projeto de Iniciação Científica, no meio do meu curso da faculdade, morando sozinho com uma amiga. E o que mais aconteceu nesse tempo todo? 

Virei um Atendente comercial dos Correios (Atravessando pontes, 8 de setembro de 2012), abri mão da minha adolescência e fui morar sozinho numa cidade desconhecida (Vinte primaveras, 7 de outubro de 2012) e, logo depois, pedi demissão (Carta Aberta aos meus amigos dos Correios, 5 de novembro de 2012). O início de 2013 foi como uma luz que veio me salvar de dentro do túnel (Vida, pessoas e planos para o futuro, 7 de janeiro de 2013) e realmente está sendo um ótimo ano. Mas, é claro, a vida sempre te joga no chão e chuta sua cabeça pra fazer você acordar (Verdade e consequência, 21 de abril de 2013; Déjà vu, 24 de abril de 2013).

Foi um ano complicado, cheio de altos e baixos. O ano com menos textos de todos os quatro, mas o que teve mais reflexões inúteis sobre a vida, o passado, o ser humano... Algumas pessoas me cobraram explicações sobre os textos (como sempre), mas eu descobri que tenho uma habilidade extremamente útil: o uso das metáforas (Livre pra voar, 30 de julho de 2013). Ai, ai... Eu escrevo sobre abobrinha e a pessoa pensa que eu estou falando sobre ela!

É claro que eu li muito (Experiência e reflexões sobre Game of Thrones, 8 de julho de 2013; Como um raposo, 1 de maio de 2013), vi novela (Uma história de amor, 24 de maio de 2013) e ainda me arrisquei com alguns contos (Entrelinhas, 12 de abril de 2013; O Último Tango, 23 de novembro de 2012; Conto de fadas (sem fadas), 4 de março de 2013), mas esse não foi o forte do blog esse ano...

O Atrs.com (ou como queira chamar esse blog aqui!) transformou-se num lugar onde eu venho contar das minhas preocupações do dia-a-dia e mal olhar para os vizinhos da blogosfera. Eu tenho os meus blogs de cabeceira (tanto que eu fiz uma lista com os melhores textos do ano 2012-2013 aqui), mas pouco interajo. Fico aqui no meu canto com minhas lamúrias, reclamando que ninguém comenta no blog. Plantando o que colheu.

As piadas eu deixo para o meu dia-a-dia, para o Facebook, ou para os meus contos "sérios" que eu imprimo e guardo dentro da gaveta. De resto... Talvez esse blog se transforme, mas, nesse momento, é essa a cara que ele tem! Mas, esqueçam isso, hoje é dia de festa!!

Atrás do Horizonte em números


Quarteto Fantástico... quatro... quatro anos?
 Sacou? Tá, eu também não entendi!

Esse blog foi criado nos idos tempos do Orkut. Agora estamos na era do Facebook e eu achei relevante incluir alguns números interessantes aqui sobre essa ferramenta de divulgação.

Enfim... Nesses 365 dias, foram 39 posts com 16 comentários e 96 curtidas no fim de cada texto: uma média de 2,46 curtidas por texto (eu ia fazer um gráfico, mas esqueci como mexe no Excel). No Facebook, foram 23 comentários e 83 curtidas. Ou seja... 

Com as ferramentas do Blogger, dá pra perceber que, depois do Google, o Facebook é o lugar de onde mais chegam visitantes no meu blog: seguidos pelo Twitter e por blogs amigos. Se eu fosse um pouco mais esperto, saberia usar esse meio de divulgação com mais eficiência, mas... cadê disposição?

Prova de que o Facebook e essas curtidas ajudam tanto nas visitas é o fato de que dois dos textos desse ano (Atravessando pontes, 8 de setembro de 2012 e Beijos, sussurros e o lápis no papel, 14 de outubro de 2012) foram os que tiveram mais alcance na rede social. Amo!

Então, é isso! Esse blog começa o seu quinto ano e bola pra frente que o santo é de barro. Não, não é isso! Bola pra frente que atrás vem gente...? Isso não faz muito sentido. Eu acho que tem alguma coisa a ver com o apito do juiz...

Muito obrigado!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Experiências e reflexões sobre Game of Thrones


Obs.: Leia sem medo; não solto nenhum spoiler.

A primeira imagem era um enorme portão de madeira aberto no meio de uma muralha de gelo que se estendia até se perder de vista no horizonte; dele, três cavaleiros cobertos de peles negras cavalgavam seus garranos. Isso foi há mais de um ano, quando numa tarde de domingo despreocupada eu comecei assistir à primeira temporada de Game of Thrones. Não foi preciso muitos dias para que eu já estivesse de quatro pelos personagens da série.

Depois de assistir aos dez primeiros episódios da série de TV, foi um passo muito curto para que eu comprasse os livros e me mudasse para Westeros, com uma espada de um lado e um saco de dragões de ouro do outro. Depois de vários meses, enfim, eu terminei a leitura dos cinco livros publicados e das três temporadas produzidas pela HBO.

Foi um convívio intenso com os livros: nas rodoviárias, nos ônibus, jogado em algum canto da minha casa, eu sempre estava com um daqueles calhamaços de 800 páginas na mão. As crônicas de Gelo e Fogo tornaram-se o meu vício, a minha mania constante. Quando eu não estava lendo um dos livros, eu estava em algum blog ou site sobre a série: mas, como diria Melisandre, a noite é escura e cheia de terrores spoilers, então encontrar algumas revelações bombásticas era inevitável para minha mente curiosa.


No início, eu achava que era uma injustiça dizer que As crônicas de Gelo e Fogo era melhor que Harry Potter ou que era uma heresia dizer que era melhor que O Senhor dos Anéis, mas hoje eu dou minha cara à tapa e enfrento quem quiser me desafiar num duelo singular (Quem é você para falar de Gayme ofi Tônis?). É como eu ouvi certa vez: essa rivalidade entre os fãs é saudável; é como se fosse o fanatismo dos torcedores de times de futebol transferido para o mundo nerd. Mas, por favor, prepare os argumentos antes de passar vergonha!

Eu passei o final da minha adolescência lendo fantasias infanto-juvenis que envolviam bruxos, vampiros e semideuses, mas agora aquilo já não me satisfaz. Agora eu passo horas e horas (pelas minhas contas foram mais ou menos 222h — nove dias e meio —para ler a série) para passar mais um tempinho com meus personagens favoritos.


E eu tenho certeza que quando eu ler outros livros a partir de agora vou sentir falta dos sonhos infantis e da ingenuidade da Sansa Stark, do caso incestuoso entre Jaime e Cersei Lannister, dos dragões e das “relações diplomáticas” encaradas pela Daenerys Targaryen, do sangue quente dos habitantes de Dorne, dos Caminhantes Brancos que habitam as terras Para Lá da Muralha, do amor incandescente que o Loras Tyrell sentia pelo rei Renly Baratheon, do temperamento psicopata do Ramsay Snow. 

E ainda têm os planos gigantescos do Petyr Baelish, que meu cérebro tão inexperiente não consegue descobrir o alcance verdadeiro; as maquinações da Senhora Coração de Pedra que muito me intrigam; a perspicácia e o poder de persuasão do Tyrion Lannister; e do treinamento pelo qual a Arya Stark está submetida do outro lado do Mar Estreito. 

Sem falar dos juramentos honrados, das visões que aparecem nas chamas, dos navios, dos lobos gigantes, dos bastardos, dos saques, dos estupros, dos Sete Deuses, dos Deuses Antigos, de R’hllor, dos wargs, do Rei Menino, das descrições de refeições que duram páginas e páginas e do inverno que está chegando.


E algumas pessoas, quando me veem com um dos livros ou quando descobrem que eu tenho todas as temporadas da série no meu computador, me perguntam:

— É sobre o que essa série?

— É uma fantasia medieval — eu me limito a dizer para não tomar as próximas três horas do dia da pessoa.

— Mas qual é a história principal? Quem é o personagem central? — algumas ainda insistem.

Bem, se você quer começar Game of Thrones esqueça essa de história principal: uma rainha, um bastardo, o comandante de um navio, um menino paraplégico, uma menina cega ou um fantasma podem se tornar os protagonistas em algum momento: é a partir de seus pontos de vista que veremos a história. E qualquer um deles pode morrer na próxima página com um punhal, uma espada ou um arakh dothraki que os cortará do ombro até a virilha. Valar morghulis! Mas um certo deus vermelho é solícito se a prece for feita com muita fé...


Eu trouxe Game of Thrones para a minha vida e descobri que nosso dia-a-dia é um grande jogo, uma grande dança: só sobrevivem os que conseguem dançar conforme a música, os que conseguem compreender significados ocultos nas palavras do oponente, os que conseguem sorrir e chorar conforme a ocasião pedir. Jogar esse jogo com pessoas reais é mais excitante que uma partida de cyvasse.

Game of Thrones tanto me proporcionou momento de excitação, como os capítulos finais de Cersei, Arianne e Sansa em O Festim dos Corvos, quanto momentos de desolação, de luto, como o Casamento Vermelho, em A Tormenta de Espadas (a versão da TV me deixou com taquicardia, em estado de choque) e o antipenúltimo capítulo de A Dança dos Dragões, que me deixou com as mãos tão trêmulas que quase não me deixavam segurar o livro de 864 páginas!

Se formos muito otimistas, podemos esperar o próximo volume da série, Os Ventos de Inverno, chegando às livrarias em 2015 (eu espero que sim, George Martin!), mas, enquanto isso, vou ir sonhando com os personagens e inventando teorias das mais absurdas para satisfazer o meu vício.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Skoober Meme


Depois de passar por poucas e boas nos últimos dias, resolvi me distrair um pouco aqui no blog. Adoro fazer isso! Decidi pegar leve agora na minha 500ª retomada ao blog e, seguindo os exemplos da Babi, do Ella en Palabras, e do Rodolpho, do A arte de um sorriso, vou fazer mais um desses memes da blogosfera (esse era o momento de falar o nome do meme, mas acho que esse não tem um nome).

Adoro quando me perguntam o que eu estou lendo, o que eu gosto de ler ou qualquer outra coisa do tipo. E é essa a intenção desse Meme! Conferir lá no Skoob a lista de livros que faz parte da minha vida. Olha, que coisa mais fofa! Estou me lembrando que, no mês passado, enquanto eu foleava o Sagarana, do Guimarães Rosa, um rapaz se interessou pela minha leitura e me perguntou sobre o livro e sobre minhas preferências literárias. Minha vontade era de dar um abraço nele e dizer: obrigado por perguntar, moço! #AmoresEternos

Enfim, vou deixar de lenga-lenga e partir para o questionário: as histórias vão aparecendo naturalmente. E eu adoro contar uma história!

Outra coisa: ao lado do nome de alguns livros, tem links que ligam a outras postagens do blog que falam de tal livro ou que tenha trechos dele. Deu pra entender? Nossa, nem eu entendi isso! Clica no link que tu entende!

1-Quantos livros lidos você tem na sua aba Lido no Skoob?
Tenho 140 livros lidos, apesar de que teria que ter muitos mais. Primeiro, porque eu fiz o meu perfil no Skoob com 16 anos, quando eu já tinha lido muita coisa; então, eu já tinha esquecido de vários livros da minha pré-adolescência e proximidades. Além disso, eu queria ter lido tantos outros livros nos últimos anos, mas a rotina e a minha falta de organização do tempo não permitem.

2-Qual livro você está lendo?

A Dança dos Dragões, George R. R. Martin

Depois de quase oito meses de dedicação quase exclusiva ao As Crônicas de Gelo e Fogo, chego, enfim, ao quinto livro da série. Para quem não conhece, é uma fantasia medieval com reis, rainhas, cavaleiros, dragões, navios e criaturas sombrias. Na verdade, é muito mais do que isso. Tem traição, injustiça, bastardos, incesto, sexo, violência. E tem mais! Muito mais! E é uma vitória chegar até o quinto livro, A Dança dos Dragões (Um homem esfolado não tem segredos, 29 de janeiro de 2013), porque é o último escrito e publicado até agora. George R. R. Martin, o autor, promete mais dois para a série. O sexto, com publicação depois de 2014! Apenas esperando.

Também tá marcado que eu estou lendo Os Diários Secretos de Agatha Christie, de John Curran, mas é que esse livro eu leio sem um compromisso de chegar até o fim: releio trechos, reflito sobre alguns pontos... É um livro pro resto da vida!

3-Quantos livros tem na sua aba Vai ler?
São 84 livros! Meu Deus: tô bobo! Oitenta e quatro! Mas assim, muitos que eu marco ali é só pra eu me lembrar de procurar depois. São histórias que me interessam e que eu penso que podem me servir no futuro. Mas, às vezes, eu nem lembro porque marquei tal livro.

4-Você está relendo algum livro? Qual é?
Não tenho o costume de reler livros, então não tem nenhum nessa aba. Mas estou com planos de reler O Pequeno Príncipe (Essencial, 05 de junho de 2011), do Antoine de Saint-Exupéry, Veronika Decide Morrer, do Paulo Coelho e Anjos e demônios (#TopTop: O melhor livro, 08 de julho de 2010), do Dan Brown.


5-Quantos livros você já abandonou? Quais são eles?
Nossa, já abandonei 4. Começo por A Montanha e o Rio, do Da Chen: eu li mais da metade do livro duas vezes, mas realmente ele não me motivou a continuar. Sério mesmo! Achei a escrita muito infantil também, mas eu acho que é a má tradução. Depois tem Os Filhos do Imperador, da Claire Messud, que é uma comédia de costumes que não me convenceu; além disso, os personagens são muito confusos (a avaliação média desse livro no Skoob é 2,4! Quer dizer...). Depois disso, vem Macunaíma, do Mário de Andrade. Desculpa, modernistas, mas eu não gosto de vocês. E, pra finalizar, À espera de um milagre, do Stephen King, que me deu náuseas. Meu estômago não é forte o suficiente para aguentar descrições do corredor da morte.

6-Quantas resenhas você tem cadastradas no Skoob?
São 15, mas todas feitas antes de eu saber o que era uma resenha. Só não apago porque gosto de relê-las e admirar a minha inocência da adolescência.

7-Quantos livros avaliados você tem na sua lista?
São 139. Eu avalio todos logo depois de marcar "Lido", mas acontece que tem um único que eu não avaliei. Procurei, procurei e não encontrei qual está sem estrelas. Tô chateado/frustrado com isso.

8-Na aba Favoritos, quantos livros você tem registrados? Cite alguns.
Tenho 38 livros favoritos. Tem uns que eu marquei há muito tempo e tenho até um pouco de vergonha de ter feito isso (tipo Eclipse e Amanhecer, da Saga Crepúsculo, da Stephenie Meyer), mas não desmarco pelos mesmos motivos do item 6. Mas, para citar alguns... (Aí, eu abro o PhotoScape e faço uma montagem porca!)


A Cidade do Sol, do Khaled Hosseini, é emocionante, lindo, intenso; A menina que roubava livros (Simplicidade, 24 de abril de 2010), do Markus Zusak, é engraçado e reflexivo (o Zusak é um dos meus autores favoritos); Ensaio sobre a cegueira, do José Saramago, que te joga no chão e faz você agradecer por isso; e Anjos e demônios, do Dan Brown, que, na minha opinião, é o melhor romancista da atualidade: esse livro em especial é de tirar o sono, além das descrições de obras de arte e acontecimentos históricos. Tem coisa melhor?

J.K. Rowling não foi citada, mas tá dentro do meu coração 
(e na minha lista de Favoritos do Skoob)


9-Quantos livros você tem na aba Tenho?
Tenho 55 livros. Cheguei a um ponto crítico em que eu não tenho mais espaço para guardar tudo isso. Preciso de uma estante urgentemente! Parei de comprar até solucionar esse problema (Mentira! É porque eu tô devendo até as cuecas e não quero assumir o atestado de pobreza!)

10-Quantos livros você tem nos Desejados?

Só uma sugestão...

Olha, só tem 22. Sou humilde, gente! Mas um recadinhos pros coleguinhas e pras titias: se escolher um livro ali daquela lista pra me presentear... Ai, vou ficar emocionado! Vou pensar que você leu meus pensamentos, que me conhece mais que a mim mesmo e te darei um beijo no rosto enquanto meus olhos escorrem lágrimas de deleite.

11-Quantos livros emprestados no momento? Quais?
Gente, eu não tenho esse costume de marcar os livros emprestados no Skoob. Preciso contar... Peraí! [3 minutos depois:] Tenho 3 livros emprestados: Os Quatro Grandes, da Agatha Christie, Cinquenta tons de cinza, da E. L. James (Nathália, eu vou ler o livro que você me deu. Eu já disse. Só emprestrei rapidão pra farmacêutica do meu tio!) e A Solidão do Livro Emprestado (Sob as luzes de Copacabana, 04 de maio de 2012), do André Giusti. Esse último, por sinal, contém os contos mais lindos que eu já li na vida.

12-Você quer trocar algum livro? Quais são?
Não! Não gosto disso!

13-Na aba Meta, quantos livros você tem marcados? Cumpriu essa meta?
Desde que eles criaram isso, eu nunca cumpri minha meta. Mas, esse ano fui mais humilde: marquei 6, por enquanto, e já li um deles esse ano. Vamos ver se consigo cumprir.

14-Qual é o número no teu paginômetro?

 37.018. CHUPA, MUNDO!



A Tormenta de Espadas, George R. R. Martin


15-Qual o link do teu perfil do Skoob?
http://www.skoob.com.br/usuario/47146/ Me adiciona lá, gente! Como disse lá no início, adoro falar sobre livros: dar dicas, meter a ripa nos autores, dar uma de intelectual e blá blá blá.

Indique 5 usuários do Skoob para responder essa tag:
Gente, eu acho que isso nem existe mais! Eu indicava pessoas pra responder ao meme há 3 anos atrás, sei lá! Então, quem quiser, pegue as perguntas, cole no seu blog ou até mesmo em alguma nota no Facebook, deixa o link aqui nos comentários e eu terei o maior prazer em ler suas respostas.

Até mais! 
Se leu até aqui comente. Mantenha esse blog vivo. E faça com que minha dor nos dedos tenha valido a pena. Beijos.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

100 palavras para se lembrar de 2012

[ou para esquecer; depende do ponto de vista e do seu bom humor]


Fim do mundo

Luís Felipe Scolari

Para nossa alegria

Olimpíadas de Londres

Tufão

Madonna

Louis Vettel

Carminha

One Direction

#OiOiOi

Cotas nas Universidades

The Voice Brasil

O Artista

Michael Phelps

Eleições Municipais

Whitney Houston

Carrossel

Hebe Camargo

Goleiro Bruno

Lady Gaga

Gina Indelicada

Hugo Cabret

Furacão Sandy

Mensalão

Eric Hobsbawn

O Hobbit

Maias

Barack Obama

Rio +20

Oscar Niemeyer

Babi Rossi

Eu quero ver tu me chamar de amendoim

Titanic

Veja

Xingu

Gangnam Style

Ai, se eu te pego

Empreguetes

Egito

Carlinhos Cachoeira

Corinthians

Eu vou lhe usar!